Crianças e adolescentes são tema de fórum intersetorial em Nova Friburgo

Publicado em 8 novembro de 2017
 
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Nesta quarta-feira, 8, foi realizado em Nova Friburgo o primeiro fórum intersetorial destinado a reunir os diversos atores envolvidos no dia a dia das crianças e adolescentes que carecem de alguma atenção no âmbito da inclusão. O fórum aconteceu durante a manhã, no auditório da Universidade Federal Fluminense (UFF), no Centro da cidade.

O fórum teve como tema “Os desafios da Inclusão Educacional e Social de Crianças e Adolescentes no Município de Nova Friburgo”. À oportunidade, compareceram integrantes das equipes de Atenção Psicossocial à Infância e Adolescência e de Saúde Mental, além de membros dos conselhos municipais de Saúde e Educação, do Núcleo de Acompanhamento Pedagógico Especializado (Nape), de associações de apoio, alunos de universidades locais e outros envolvidos com algum trabalho em saúde mental junto ao público jovem.

O evento contou com mesa redonda que teve como colaboradores representantes das equipes de Educação Especial e do Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado, e outros grupos de trabalho. O encontro teve à frente Ana Carolina Teixeira Pinto, coordenadora da Equipe de Atenção Psicossocial à Infância e Adolescência, da Secretaria de Saúde de Nova Friburgo, e foi prestigiado pela subsecretária de Atenção Básica, Ariadna Heringer.

O fórum intersetorial teve como objetivos identificar e estreitar os laços entre os diversos setores envolvidos no dia a dia das crianças e adolescentes e formar grupos de trabalho para discussão de casos que necessitem de intervenção intersetorial. Na ocasião, ainda, foram levantados os temas para os próximos encontros, a serem realizados nos meses de maio e outubro de 2018.

A grande proposta, de acordo com Ana Carolina Teixeira Pinto, é adotar um modelo de debate que trate de assuntos em conjunto, levando em consideração as particularidades do município de Nova Friburgo. “Entendemos que a assistência a essa população vai além da implantação de serviços ou contratação de pessoal. Mais do que isso, é necessária a consolidação de uma política de saúde mental infanto juvenil”.